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Medicina humanizada: o que é e como ocorre no dia a dia dos médicos?

4 minutos para ler

A humanização é uma tendência em todos os campos e, como não poderia deixar de ser, a área da saúde não fica de fora. A Medicina humanizada ganha cada vez mais espaço e ainda contribui para a fidelização dos pacientes.

Isso quer dizer que os profissionais que entendem esse conceito e se dedicam a colocá-lo em prática podem sair ganhando, o que só acontece quando existe muita verdade e cuidado.

Você sabe do que estamos falando? Aproveite para ficar por dentro do assunto com esta leitura!

O que é Medicina humanizada?

A palavra humanização se refere ao ato de tornar mais humano. Nesse caso, consideramos a ideia de deixar os atendimentos médicos mais humanizados, lembrando que todo paciente é, antes de tudo, uma pessoa. Afinal, a Medicina é um trabalho de doação ao próximo, e essa essência não pode ser perdida.

Pode parecer óbvio, mas a realidade é que esse ponto muitas vezes passa despercebido na correria do cotidiano médico. Pessoas viram números e, assim, se perde a sutileza que é lidar com a vida e com a saúde de alguém.

A proposta da Medicina humanizada é justamente resgatar esse cuidado com o outro, oferecendo toda a atenção e o acolhimento necessários durante o atendimento. Basicamente, ser mais humano é ter empatia, saber respeitar, tentar entender e passar segurança para o paciente.

Os médicos que já entenderam a importância de tudo isso têm se destacado, inclusive seguindo uma linha “especial” dentro da Medicina — que chama a atenção dos pacientes que buscam por esse tipo de tratamento e daqueles que se surpreendem com a experiência.

Como esse processo acontece no dia a dia dos médicos?

O Ministério da Saúde brasileiro já incluiu a humanização há muitos anos como fator essencial do atendimento médico. Porém, essa é uma proposta que ainda precisa ser reforçada e promovida todos os dias. Veja quais são aspectos básicos para colocar isso em prática.

Empatia e paciência

Cada pessoa é única e deve ser recebida com carinho em uma consulta ou qualquer tipo de atendimento. Ter empatia é se colocar no lugar do outro e tentar compreendê-lo, sendo a paciência um ingrediente adicional importante para facilitar que isso aconteça.

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Comunicação

As interações com os pacientes são oportunidades que os médicos têm de explicar, amparar, instruir e motivar cada um deles. Isso requer uma linguagem acessível, clara, objetiva e acolhedora. Logo, é importante ir além dos conhecimentos técnicos e desenvolver habilidades comportamentais, como a comunicação.

Atendimento individualizado

Retomando a ideia de que cada caso é único, as pessoas merecem um atendimento individualizado e atencioso. Antes de pensar no problema ou tratar a doença, o médico deve enxergar o ser humano que está sendo avaliado em todas as suas particularidades.

Por mais que as questões clínicas sejam iguais ou parecidas, existem necessidades individuais por trás de cada paciente que são captadas com muita sutileza.

Confiança e segurança

Criar uma relação de confiança — mesmo que em poucos minutos de atendimento — é outro ponto essencial para a humanização. É natural que os pacientes se sintam vulneráveis em relação à sua saúde, principalmente quando falamos de situações delicadas ou mais graves.

Atenção e transparência vão ajudar nesse processo de estabelecer um vínculo que deixe as pessoas mais seguras.

O que fazer para desenvolver a Medicina humanizada?

Buscar esse diferencial é um objetivo que deve fazer parte dos planos do estudante de Medicina desde a faculdade. Algumas instituições de ensino fazem questão de proporcionar esse tipo de conhecimento para seus alunos, mas também é importante que essa preocupação exista ao longo de toda a carreira.

A melhor maneira de oferecer um atendimento humanizado e qualificado é investindo no desenvolvimento das habilidades relacionadas. Além da graduação em Medicina, leituras, workshops, filmes ou séries, cursos livres e a própria troca com profissionais da área podem ajudar.

A Medicina humanizada é uma tendência necessária para promover a saúde da sociedade, já que os resultados são positivos para todos os envolvidos — médicos, pacientes e familiares. Esse é um detalhe que realmente faz a diferença na vida das pessoas!

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