Em que situações vale a pena fazer uma segunda graduação?

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É comum começar a jornada universitária com alguma insegurança — vou me adaptar ao contexto da universidade? Vou gostar do curso? Vou conseguir espaço no mercado com essa profissão? Essas e outras dúvidas podem surgir durante a primeira experiência na faculdade, o que já não acontece na segunda graduação.

Se você optar por repetir a dose do ensino superior, verá que, na segunda vez, não há tantos receios ou medo do desconhecido. Mas será que vale a pena apostar em duas graduações no currículo? Qual o momento certo para isso?

Entenda em que situações a segunda graduação é bem-vinda!

Aprender uma nova habilidade

Além do conhecimento técnico, as empresas têm se preocupado cada vez mais em contratar pessoas que apresentem uma boa relação de soft skills — habilidades comportamentais que moldam o perfil do profissional, como comunicação, liderança etc.

A insegurança que o jovem sente durante sua primeira experiência em uma faculdade pode dificultar a aquisição dessas habilidades. Um exemplo é a timidez na hora de se comunicar ou apresentar trabalhos. Nesse sentido, uma segunda graduação pode ajudar a aperfeiçoar características que ainda não foram bem-lapidadas.

Cumprir exigências do mercado

Após o primeiro diploma de curso superior, as chances de conseguir um trabalho já são boas. Mas algumas vagas requerem formação com foco em áreas específicas de atuação. Nesses casos, a empresa em que você atua pode exigir uma segunda graduação para atender as demandas da rotina profissional.

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Mudar de profissão

Um dos principais motivos que levam um profissional à segunda graduação é a vontade de mudar de carreira. Depois de algum tempo de atuação na primeira profissão que você escolheu, pode bater a sensação de que não está exatamente onde gostaria — e não tem problema se isso acontecer. Por que não tentar outra vez, não é?

Preencher lacunas de conhecimento

Na primeira faculdade, a preocupação em se adaptar ao cenário universitário, fazer os estágios e fechar os semestres com boas notas toma conta do estudante. Por isso, nem sempre os programas e atividades extracurriculares que a instituição oferece são bem-aproveitados.

Uma segunda graduação é a oportunidade para explorar melhor outros recursos além do aprendizado previsto na matriz curricular. Um bom exemplo são os programas de iniciação científica, que permitem ao estudante um contato aprofundado com a prática da pesquisa.

Ampliar possibilidades de atuação

Se você tiver tempo e oportunidade para encarar uma segunda graduação, faça isso. Uma das grandes vantagens dessa decisão é se tornar um profissional versátil e ampliar o seu leque de atuação. Pode ser a hora certa também para escolher um curso que atenda suas aspirações pessoais, principalmente se a primeira escolha de faculdade foi baseada em outros critérios.

Por fim, para saber se vale a pena fazer a segunda graduação, você também deve avaliar se o seu momento de vida é ideal para isso — em termos de rotina, disponibilidade e até finanças. Afinal, um curso superior exige dedicação para que o aprendizado seja completo.

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